Monthly Archives: Março 2011

O que descobri na web sobre como dar uma aula com os Magalhães

O Google devia ser ferramenta obrigatória de sala de aula. Ensinar a aprender é algo que só alguns professores conseguiram fazer ao longo dos meus estudos.

O site Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) tem online a página sobre o e-escolinhas que descobri com o Google e de que transcrevo para aqui o conteúdo para memória futura. Pareceu-me que o conteudo dizia respeito ao Magalhães original.

O meu objectivo de dar uma aula com o MG2 Caixa Mágica mantém-se e por isso passei à pesquisa por isso mesmo.

A Caixa Mágica oferece com a distribuição o software “A minha turma” que me parece uma boa introdução ao funcionamento em ambientes de partilha virtuais. O software está disponível para download no formato .cm, que imagino seja o acrónimo de Caixa Mágia. Resta saber se consigo, depois de instalar um Gnome Caixa Magica num portátil ou máquina virtual, instalar lá o “A minha turma”.

Como dar uma aula com o Linux Caixa Mágica Magalhães?

Na tentativa de explicar as virtudes do software livre e aberto tentei dar instruções de como dar uma aula com um Magalhães 2 com um Linux Caixa Magica à professora do meu filho.

Estava a correr bem, até que me informou que “Os Magalhães não são distribuídos nem emprestados nas escolas aos professores.”

Certo: não há Magalhães, mas o E-escolas também facilitava aquisição de portáteis aos professores. Isto também não seria problema, até porque instalar uma distribuição GNU/Linux é hoje trivial e fácil.

O Magalhães tem um Windows e um Linux (Caixa Mágica). Eu sou apologista da segunda, mas a utilização depende do professor ter um Magalhães:  Ver tutorial Como funciona a aplicação “A Minha Turma”?

No site de suporte ao Magalhães existe uma secção “Apoio ao cliente” onde estão informações de como gerir os próprios Magalhães, mas tem aqui documentação de como usar o Windows na sala de aula.

Neste outro site há uma série de recursos que podem ser usados com os alunos.

O meu objectivo é perceber como pode um professor sem Magalhães usar o “A Minha Turma”.

O volante da nação e os sucessivos taxistas

A Democracia é assim: vamos todos no mesmo carro. Dividimos a despesa para alguém o guiar.

Quem vai ao volante calca no acelerador como se não houvesse amanhã, enquanto vocifera que todos os outros condutores são uns incapazes.

Este país é um taxi e os sucessivos governos os taxistas que nos levam ao nosso destino pelo caminho mais longo.

A quantidade de gente que quer chegar ao volante é a prova que não sabemos fazer contas.

A analogia é de merda, mas ilustra o sentimento geral.

Festim de sangue

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Prepara-se o fim de todo um ciclo político, social e económico.

Começado da ganância de quem já tinha muito e terminado agora da mesma forma com uma herança pesada a quem vier depois.

Partida das “obras dos governos” que construíram durante décadas em nosso nome com dinheiro emprestado pelos outros sem nunca ter qualquer intenção de pagar.

Tarde ou cedo os que emprestaram quereriam o dinheiro de volta e ao estilo agiota mataram primeiro o peixe pequeno para condicionar o peixe graúdo.

Os partidos políticos no hemiciclo esfregam as mãos de contentes, não porque vão mudar alguma coisa, mas por poderem mais uma vez gastar o dinheiro que não é deles para mais um ciclo de eleições.

O povão segue a gritar atrás dos algozes gastadores do nosso futuro, sem sequer perceber que serão o prato seguinte no festim.

Em inglês é que a gente se entende

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Fartos de falar em português no Partido Social Democrático (PSD), decidiram dar um novo fôlego a isto tudo falando em inglês.

Afinal parece que o ensino do inglês aos mais novos não era tão descabido. Ficam de fora toda uma geração de nacionalistas que se recusaram a aprender outra língua que não fosse a materna e todos os outros que por falta de possibilidade não o puderam fazer.

Agradeço aos meus paizinhos que providencialmente me pagaram as aulas de inglês há muitos anos, ainda antes de ser moda.